A viagem à Amazônia e a descoberta do ativo TI35®, encontrado na semente do açaí, acenderam uma faísca nela. A partir desse momento, o projeto que viria a se tornar a Olera começou a se desenrolar de maneira quase natural. Embora nunca tivesse trabalhado com química ou sequer considerado atuar no segmento de skincare, ela se viu completamente envolvida.
Inicialmente, quando ainda morava na Austrália, a ideia era desenvolver a matéria-prima para um potencial licenciamento, mas logo percebeu que havia uma lacuna no mercado global para uma marca brasileira de cosméticos premium, com um posicionamento autêntico e original. Inspirada por essa visão, decidiu que a Olera deveria nascer no Brasil, trazendo consigo a força da biodiversidade amazônica.
Em 2022, já decidida, retornou ao Brasil para liderar o projeto, que hoje representa não apenas um negócio, mas também um renascimento pessoal. Para ela, a Olera é a personificação de um propósito maior, que vai além da beleza física, tocando na saúde mental e na forma como as pessoas se enxergam e se sentem.
A floresta Amazônica, com toda sua majestade, oferece não apenas ingredientes preciosos, mas também a calma necessária para trabalhar com tudo isso. É essa calma e equilíbrio que busca proporcionar através da Olera, uma marca que nasceu de sua própria jornada de autodescoberta e ressignificação.
Virgínia é enfática ao afirmar que se recusa a entregar algo medíocre ou simplesmente mais do mesmo. Em um mercado saturado por novidades constantes, prefere seguir na contramão, focando na singularidade e perfeição de cada produto, mesmo que isso signifique um desenvolvimento mais longo.